Síndrome da Fragilidade

É fundamental saber reconhecer os sintomas das doenças para poder obter um diagnóstico precoce, de modo que o tratamento possa ser iniciado o mais breve possível.

 A fragilidade é uma síndrome que é caracterizada pela perda de força e massa muscular e disfunção do sistema imunológico, além da diminuição da qualidade de vida e independência. “As pessoas que tem o problema sofrem uma série de perdas, que se dão de forma acentuada e favorecem quedas, perda de saúde, entre outros problemas.

 

 

Diagnóstico diferencial

 O diagnóstico diferencial é feito descartando-se doenças consumptivas, terminais e, na possibilidade da identificação de componentes suficientes que preencham a Síndrome da Fragilidade. Fazem parte do diagnóstico diferencial: as doenças malignas; as psiquiátricas, especificamente a depressão; as gastrointestinais; as endócrinas, especialmente o hiperti- roidismo; as cardiovasculares; o alcoolismo; as desordens nutricionais; as respiratórias; as neurológicas; as infecções crônicas; as doenças renais; aquelas do tecido conectivo; e o efeito colateral dos medicamentos.

 

 

Intervenções Fisioterapêuticas

 Como não há consenso sobre a definição e a etiologia da fragilidade, os resultados das estratégias e dos tratamentos fisioterapêuticos foram alcançados sem a definição precisa da síndrome.

 As características individuais e o grau de fragilidade devem ser observados na definição dos planos de tratamento, sejam elas a curto ou longo prazo.

 A perda de massa muscular é acentuada nos idosos frágeis, mas estudos têm mostrado que os exercícios físicos são benéficos para os idosos nessa condição de saúde. O tratamento fisioterapêutico tem apresentado resultados significativos nessa população, levando ao aumenta da amplitude de movimento (ADM), melhor desempenho na realização das AVD, melhora na velocidade da marcha, melhora do equilíbrio, redução no número de quedas e bem-estar geral.

 É fundamental que durante o processo de envelhecimento, ocorra a maior concentração possível de massa muscular para que se possa retardar a perda inexorável decorrente dela mesma e assim promover menor impacto sobre a qualidade de vida dos idosos. Desta forma, vale a pena ressaltar que a prevenção é a estratégia mais importante e ciente para atingir esses objetivos. 

 

Treinamento de força muscular

 O treinamento do exercício físico resistido tem sido cada vez mais indicado para idosos, como uma maneira eficaz e segura de melhorar a força muscular e a capacidade funcional.  O aumento da capacidade do músculo de gerar força é explicado a partir do princípio de sobrecarga; o grupo muscular é submetido a um trabalho com cargas mais elevadas do que está acostumado a suportar, gerando aumento de tamanho e força.

 

 

Equilíbrio e velocidade de marcha

 O treinamento da capacidade aeróbia tem se mostrado efetivo para diminuir a taxa de quedas e também para modificar os seus fatores de risco, em função dos ganhos de força muscular, mobilidade articular, aumento da velocidade da marcha e melhora na qualidade do equilíbrio.

 A perda da capacidade aeróbia dificulta a execução das AVD e AIVD (por exemplo, subir escadas, vestir-se, atravessar a rua), pois para realizá-las é necessário o condicionamento cardiovascular. Com base nisto, o treinamento da capacidade aeróbia seria uma estratégia de prevenção de quedas. 

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